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Lacto-dominação

Provavelmente, depois de eu publicar este post, a PJ ainda vai dar com a minha cabeça decepada dentro de uma manjedoura qualquer. Mas eu nunca fui de me furtar à verdade, e estou disposto a apregoá-la independentemente dos incómodos que certos “poderosos” poderão sentir. Não temo retaliações, e é por isso que denuncio aqui que

A indústria dos lacticínios é uma autêntica máfia.

Aliás, é ainda pior do que uma máfia

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Haja coragem!

Infelizmente, nos dias que correm, há seres que não conseguem exibir um comportamento considerado civilizado para uma vivência em sociedade. Estou a falar, por exemplo, daquelas pessoas que não conseguem estar de boca fechada numa sala de cinema.

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O DQD recomenda…

E agora, no DQD, a agenda cultural, que também é uma piada absolutamente gratuita relacionada com nomes infelizes…

Numa sociedade marcada, tantas vezes, por ódios étnico-religiosos, ou somos parte do problema, ou somos parte da solução. No DQD, consideramos que temos um papel a desempenhar no percurso

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Atum Risonho

Há uns tempos, enquanto vagueava descontraidamente por entre os corredores de um supermercado da minha vizinhança, dei de caras com uma marca de atum que desconhecia. Chama-se “Risonho”, e o aspecto gráfico da pequena latinha cativou-me de imediato. Sem olhar a custos, depositei cuidadosamente uma destas latas no meu cesto de compras.

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Cidade, campo e galinhas.

– Sabes, hoje estou a pensar em matar-me. – diz Teixeira, despreocupadamente, para a sua colega Teresa, enquanto entram para o elevador do prédio, repleto de gente
– E já sabes como o vais fazer? – responde Teresa
– Estava a pensar em despir-me, meter-me na banheira e cortar os pulsos com uma faca de mato.
– Porque é que não cortas a aorta, no pescoço? É capaz de ser mais rápido.

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Para acabar com a querela

Sobre a questão do plágio, já disse tudo o que entendo dizer nos comentários do respectivo post. No entanto, uma vez que a discussão se alongou desnecessariamente, creio que será melhor colocar-lhe um fim com um post (ou seja, da mesma maneira como começou).
Estou convencido, depois de tudo isto, que não houve, de facto, qualquer plágio neste caso, mas somente uma bizarra coincidência. Assim, manda a justiça que apresente aqui as minhas desculpas quer à Susana Romana, quer a todos os que se sentiram ofendidos por tudo isto.

A programação normal segue dentro de momentos…

Pergunte ao Prof. Américo Quevedo

Desde aquela entrevista, dada em exclusivo ao DQD, sobre o furacão Vince (que acabou por se acobardar à última da hora) que isto tem sido a loucura. Dezenas de pessoas vêm ter comigo na rua, e fazem-me as mais variadas perguntas sobre esse autêntico mito, destinado a alojar-se definitivamente no imaginário colectivo, o meteorologista Prof. Américo Quevedo

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Multiópticas e o desconto igual à idade

Ocorreu-me hoje que a campanha da Multiópticas tem alguns problemas que talvez a empresa não tenha antevisto.
Suponhamos que Jesus Cristo vem à Terra, provando assim que existe e fazendo-nos, ateus, sentirmo-nos um pouco idiotas.
Como é que será que a Multiópticas se vai virar quando descobrir que vai ter de fazer um desconto de 2005% ao filho de Deus?
Será que lhe oferecem as armações, as lentes e ainda lhe metem um vale de compras no bolso do roupão?
Pode não parecer importante, mas hoje acordei com este dilema na cabeça…

As Putas!

Ontem, ao ver um programa sobre o dilema da prostituição na Rússia, tive uma ideia excelente para uma série de televisão, formato sitcom. Chamar-se-á, pura e simplesmente, As Putas!
Não, caro leitor, a nossa classe política não será a principal protagonista nesta série. Até porque,

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Humor de casa-de-banho

Existem certos objectos que, dada a sua banalidade, acabam por perder, aos nossos olhos a sua real importância. Contamos com eles de tal forma, que os damos por seguro, sem perder um momento que seja a apreciar o valor do contributo que dão para o conforto geral da nossa vida. O rolo de papel higiénico é um destes objectos.

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Descontentamento

Seis meses de seca, sete dias de chuva. Nas ruas, fala-se disto:

«Raios partam o tempo!»

ou

«Maldita chuva!»

ou

«Esta humidade ataca-me as articulações cá de uma maneira…»

ou ainda

«Ah… Que saudades do Verão…»

DQD na vanguarda tecnológica!

O DQD sempre foi um marco de inovação na internet portuguesa. Quando toda a gente se divertia a acumular pequenos videos, imagens e piadinhas nos seus sites, nós arrancámos com crítica social do mais baixo nível. Pouco tempo depois, enquanto todos se preocupavam em seguir as cores e esquemas gráficos da moda, nós passámos a preto e branco. E agora voltámos

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Enterro ou cremação?

A sociedade parece-me ser um pouco desprovida de originalidade no que toca ao despojo dos restos humanos daqueles que nos deixam.
Porque é que temos tão poucas possibilidades de escolha?
O facto de perdermos a custódia natural do nosso corpo quando falecemos não significa que não possamos decidir agora, enquanto a temos, o que gostaríamos que nos acontecesse nessa altura.

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Bacalhau com todos (ATENÇÃO: contém material eventualmente chocante)

Nós, os portugueses, dada a nossa familiaridade secular com o bacalhau, habituámo-nos a pensar nele só de duas formas: salgado ou congelado. Ocorreu-me que tal comportamento é redutor e tremendamente injusto para o, simultaneamente nobre e popular, peixe.
Estou em crer que o bacalhau ou, como eu gosto de lhe chamar, o Gadus callarias

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Perguntas que têm de ser feitas

O império Ikea.
Milhares de produtos distribuídos por dezenas de categorias. Todos cuidadosamente concebidos, minuciosamente produzidos e rigorosamente testados.
Caso não saiba, o director-fundador do Ikea (o sueco Ingvar Kamprad) é, neste momento, o homem mais rico do planeta.
Mas será que o seu império seria assim tão vasto se os seres humanos dormissem como os pássaros? De pé e com a cabeça enrolada num sovaco? O que seria do Ikea sem a sua gama de beliches, camas, colchões, ou mesmo cadeiras e sofás-cama? Será que teriam explorado o mercado dos poleiros?
Dá que pensar…

Desejo

Os mamilos dela pareciam cerejas. Vermelhos, quase brilhantes, convidativos e a pedirem para ser degustados. Permanentemente erectos, como se o mundo fosse algo bom demais para lhes passar ao lado. O seu corpo

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Notícia de Última Hora: o furacão

NOTA PRÉVIA: Este post nasce de uma reportagem radiofónica genuína, onde é entrevistado um meteorologista autêntico. Infelizmente, parece que também andou por aqui o sacana do problema informático que assolou os computadores do STAPE e, por isso, só poderemos apresentar uma fiel transcrição.

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Autárquicas: a revolta

Estive a assistir à divulgação dos resultados das eleições autárquicas e, francamente, estou chocado! Chocado, revoltado e desiludido! Sinceramente, às vezes tenho sérias dificuldades em compreender o povo português e a sua suprema sabedoria eleitoral…

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Sete palmos de terra

Se há profissão, neste mundo, para a qual a selecção de candidatos deverá ser deveras apertada, então essa profissão será, certamente, a de coveiro. Exacto: estou perfeitamente convencido que deve de ser mais complicado conseguir um emprego a abrir covas de dimensão apropriada a um caixão, do que, digamos, conseguir um trabalho como administrador de uma empresa, ou mesmo como agente secreto

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Porque gosto das autárquicas?

É algo que o mais distraído dos observadores se apercebe: a vida política portuguesa está cheia da mais incomum bizarria, da mais surreal estranheza, e do mais desconcertante absurdo. De facto, a produção portuguesa em termos de humor político (onde a Contra Informação recebe o lugar de destaque) demostra bem o potencial cómico deste tema.

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DQD: o lobby

Foi com um tremendo orgulho, e até alguma comoção, que constatei hoje um facto irrefutável: o DQD é um poderoso lobby a ter em conta na vida social portuguesa.
É verdade! De resto, eu já desconfiava que aquilo que por aqui escrevemos tem uma influência profunda e actuante sobre os mais variados quadrantes da nossa sociedade.

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Champô fresquinho

Há, no mercado, uns champôs que garantem a frescura do couro cabeludo após a sua utilização. Descobri que tenho lá em casa um destes champôs ao ler, no rótulo, as palavras “frescura oceânica”. Ou seja, trata-se de um produto que pretende emular (ainda que limitando esta emulação à região da cabeça) a sensação refrescante de um mergulho no nosso mar no calor sufocante de um dia de verão.

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A minha ressaca

O fenómeno da ressaca, seja lá relativa a que droga for, atinge os seres humanos de formas distintas. Vou aqui descrever como a ressaca me atingiu a mim, na esperança de poder, com a minha experiência, ajudar algum leitor desesperado.
O primeiro dia é sempre o pior.

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Esfrega-esfrega

Está no mercado um produto que parece destinado a revolucionar o mundo da higiene dentária: os Oral-B Brush-Ups. Pelo aspecto, parecem ser um primo não muito afastado daqueles preservativos com textura rugosa (para maior estímulo), só que desenhados para se adaptarem a esse outro apêndice a que chamamos dedo indicador.

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McDonalds na Faixa de Gaza

A libertação da Faixa de Gaza é um tema quente no Médio Oriente, não apenas pelas questões políticas e territoriais envolvidas no processo, mas também por toda a estrutura empresarial que aguarda impacientemente pela oportunidade de lançar as suas garras a pastagens mais verdes.
A McDonalds é disso um exemplo.

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Mundial de fogo de artifício

Antes de mais, há que dizer que é absolutamente reprovável o silêncio da comunicação social a este respeito. Ando eu a seguir entusiasticamente o grandioso mundial de fogo de artifício e, agora que chega ao fim, deixam-me completamente no escuro! Há uns tempo tivemos por cá o europeu (sim, o europeu, não era o mundial) de futebol, e não se falava noutra coisa!

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O estado da nação

Todos sabemos que vivemos tempos difíceis.
E acho que é precisamente nestas alturas que também temos de fazer perguntas difíceis.
Se mais fundo não podemos descer, porque não debater o porquê do nosso futuro não parecer risonho?
É por isso que venho, por este meio, fazer aquela pergunta que anda na boca da opinião pública mas que ninguém parece ter coragem de perguntar: porque é que não temos coiotes em Portugal?!

Colecções em fascículos

Um fenómeno interessante de observar nesta nossa sociedade de consumo, é o da proliferação das colecções em fascículos que, uma atrás da outra, inundam todos os quiosques e tabacarias por esse país fora. É digna de admiração a dedicação que estas pessoas têm (ou julgam ter quando compram o primeiro número) para andar a prestar atenção àquilo durante dois anos.

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SUDOKU para todos

ou como capitalizar com a moda antes que ela passe…

É a grande moda! Subitamente, toda a gente parece completamente apanhada pela febre deste novo jogo.
Mesmo assim, há um nicho do mercado que ainda não foi explorado pelos jornais diários que insistem em publicar estes desafios.

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O pensamento do dia

A vida é como um parque de estacionamento numa grande superfície: um labirinto com várias saídas possíveis. Uma dessas saídas deixa-nos próximos do sítio onde queremos chegar. As outras fazem-nos perder tempo e gastar combustível. Ainda estou a tentar arranjar uma metáfora para a parte da máquina dos pagamentos… (divórcio litigioso?)

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