O seu olhar era rasteiro. Percorria as ruas de Lisboa, onde os carros se assemelhavam a monstros assustadores e as pessoas a gigantes de duas patas. Vociferavam grunhidos estranhos. O que será que queriam dizer com esses ruídos? “Toma, toma!”, ouvia-se por aqui e por acolá. Pirata olhava, curioso, apenas para perceber que estava a … Continue reading Pirata
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